Siga-nos

Perfil

Expresso

O Estado, o Siresp e a anarquia

Ainda não comecei a ser completamente anarquista. Porém, se pensasse que não existia melhor para além do que ouvimos no Parlamento, talvez aderisse. Em São Bento, parte quer o Estado para fazer negócios com o dinheiro dos contribuintes; outra parte necessita do Estado para viver à custa dos contribuintes; por último há os que querem engrandecer-se gastando aquilo que contribuintes são obrigados a pagar. Claro que há os chamados ‘danos colaterais’ desta teoria: precisamos de sistemas de Saúde, de Educação e de Justiça que deem a ideia de que o Estado faz mesmo falta. E eles existem e alguns funcionam bem e outros mal. Mas não é esse o conceito de Estado que, essencialmente, está nas iluminadas cabeças de boa parte dos deputados

Abreviando, vamos ao caso do Siresp. Primeiro a sigla significa, para quem não saiba, Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal. Como é óbvio, um sistema destes, onde não há nem pode haver concorrência, ao contrário dos transportes públicos ou da TAP, não devia ser privado. Mas não é o que pensa o Parlamento, nomeadamente o PS que votou contra a passagem daquela estrutura para a esfera estatal.

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito para Assinantes ou basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso, pode usar a app do Expresso - iOS e android - para fotografar o código e o acesso será logo concedido)