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A Caixa não é do povo, pois não…

Andam em Almeida, simpática terra beirã do distrito da Guarda, em polvorosa por irem encerrar a agência da Caixa Geral de Depósitos. Naturalmente, a polvorosa envolve as autoridades locais, como se a CGD fosse uma espécie de repartição pública cuja existência se discute com o ministro da tutela. É curioso como as pessoas são iludidas, se mantêm iludidas e apelam a uma ilusão. A Caixa não é do povo, o Governo não pode alterar decisões da sua administração e a sua administração tem um caderno de encargos (do qual, esse sim, o Governo é também responsável) que tem de cumprir

Desafio alguém a encontrar escrito, plasmado por lei, quais as obrigações da CGD por se tratar de um banco público. E não me venham com conversas de que é o único banco português (será) ou que é importante Portugal ter um banco (será). Quero saber, preto no branco, que obrigações tem a CGD pelo facto de o acionista único ser o Estado. Se quiserem respondo já: nenhumas!

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