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A inevitabilidade do trabalho precário

O primeiro-ministro, que aproveitou o 1º de Maio para escrever (no ‘DN’) sobre alguns temas laborais quentes sem o ardor dos manifestantes da CGTP ou da UGT, disse diversas coisas acertadas, nomeadamente – e talvez a mais importante – que “a competitividade da nossa economia não pode assentar em salários baixos e na limitação dos direitos dos trabalhadores”. O problema é quando, ou por convicção ou para agradar aos parceiros, coloca “o combate à precariedade como prioridade absoluta”

Naturalmente, ninguém salvo patrões desalmados, é a favor do trabalho precário. Mas para sermos, pelo menos, um pouco sérios, teremos de ver o assunto em perspetiva. E desse ponto de vista, nada é muito tranquilizador.

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