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Torremolinos numa sociedade hipócrita

Espero, sinceramente, que a grande comoção nacional sobre os finalistas portugueses em Torremolinos tenha passado, ou pelo menos tenha sido substituída por outros factos não menos gravosos como o de saber se a demissão de Dijsselbloem devia ter sido pedida com mais ou menos força, para que possamos falar disto com tranquilidade. Daniel Oliveira escreveu aqui ‘Sei o que fizeste em Torremolinos’, que subscrevo na generalidade, até no título. Mas eu gostaria de ir mais longe e escrever “Sei o que fizeste na geração passada e nas outras anteriores”

Vamos à sabedoria popular. Cantava Amália num fado de Alberto Janes: “É ou não é / Que um velho que à rua saia / Pensa, ao ver a minissaia: /Este mundo está perdido/ Mas se voltasse / Agora a ser rapazote /Acharia que o saiote / É muitíssimo comprido”. Pois é! É normal pensar que o mundo está perdido com o que por aí vai, quando esquecemos que todos nós fizemos coisas na juventude de que não nos orgulhamos. É fatal como o destino e os que ao destino fugiram eram totós.

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