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Todos à greve da Função Pública

Se há um setor que tem sido especialmente mal tratado desde que este Governo tomou posse todos sabem que é o dos funcionários públicos. Todos sabem que os trabalhadores dos setores privados tiveram aumentos substanciais de salários, diminuíram imenso a carga horária e ainda reduziram completamente os despedimentos, enquanto acabavam com os precários. Por isso eu solidarizo-me com Ana Avoila, que aliás sempre foi um dos meus exemplos de abnegação pela Pátria

Os sindicatos de todos os quadrantes (CGTP, UGT e independentes) reuniram-se com uns representantes (certamente neoliberais) dos Ministérios das Finanças e do Emprego e não chegaram a conclusão nenhuma. Claro que os representantes do Governo (dois secretários de Estado) tentaram, como é seu dever, enganar os trabalhadores prometendo-lhes vagamente a integração de cem mil precários, o descongelamento de carreiras e a criação de - 14 comissões – 14 para avançar com a entrada nos quadros dos contratados a prazo. Mas isto sem um acordo escrito e datado para os sindicatos não é nada. O pessoal do Governo é pessoal sem palavra. A história de ‘palavra dada é palavra honrada’ é um mote de campanha eleitoral. E nisso eu também concordo!

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  • Função Pública pára a 26 de maio

    Tal como o Expresso Diário tinha avançado da edição desta terça-feira, a reunião entre os sindicalistas e os responsáveis das Finanças e do Trabalho “não adiantou nada” e por isso, já esta manhã, a Federação Nacional dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais anunciou uma greve a realizar no final de maio