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Um mês já passou (e o pior foi para Trump)

Sejamos otimistas, já passou um mês com Trump na presidência dos Estados Unidos e o mundo continua a girar como dantes. Na verdade, nada se passou (salvo para os que ficaram uns dias retidos nos aeroportos norte-americanos) de extraordinário, descontando, obviamente, os constantes tweets e as palavras esdrúxulas do Presidente. Porém, enquanto forem só palavras, acho que aguentamos. Claro que os riscos se mantêm, e não são poucos, mas sejamos otimistas: dos 48 meses que ele tinha pela frente na Casa Branca, um deles já passou (é mais de dois por cento, como diria um economista)

Na verdade, o pior deste mês foi para Trump. Vejamos: disse que ia fazer o muro com o México, mas ainda não começou; disse que ia dobrar a espinha aos chineses, mas depois de ter falado com os líderes de Taiwan e de levar um aviso de Pequim, mudou de agulha; com os russos parece que ia ser um namoro, mas já não parece tanto; com a Nato ele dizia que não pagava nada e que se calhar se retirava, mas o seu vice-presidente já reafirmou os compromissos todos dos EUA com a organização. Além disso, os tribunais insistem em não aprovar a sua mais polémica ordem executiva (sobre a não entrada no país de cidadãos de sete países); há cargos no governo por ocupar porque o Congresso não os aprova; o seu Conselheiro Nacional de Segurança viu-se obrigado a demitir por ter omitido boa parte da verdade sobre as suas relações com os russos. Não… a vida não está fácil para ele.

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