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E, entretanto, o socialismo afunda-se

O socialismo (falo do democrático, ou da social-democracia, claro) afunda-se um pouco por todo o lado. Há quem diga que é por ter deixado a sua matriz inicial – e esses põem-se ao lado de Bernie Sanders, Jeremy Corbyn, Pedro Sánchez ou do recém-nomeado candidato presidencial francês, Benoît Hamon – e há quem diga que é por ter um modelo insustentável, e esses andaram pela terceira via e subsistem um pouco por todo o lado. Jeroen Dijsselbloem, Sigmar Gabriel, Martin Schulz, ainda procuram a forma de reequilibrar o sistema social. O problema é que estas duas vias, que sempre existiram, afastam-se cada vez mais

Falta ainda falar de socialistas como Bohuslav Sobotka, da República Checa, ou de Robert Fico, da Eslováquia, que se atiram nos braços do populismo e têm-se distinguido pelo nacionalismo exacerbado e por algumas retóricas anti-imigrantes. No meio de tudo isto, onde fica o nosso PS e António Costa? A meio da ponte que se vai esgarçando, parece-me um lugar indicado para o colocar.

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