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Erro nº 2 – darmos o conhecimento por definitivamente adquirido

A vitória de Trump coloca em causa uma série de conceitos que, até agora, andavam mais ou menos disfarçados. Nos primeiros dias da sua estada na Sala Oval além de ter dado cabo dos acordos de comércio no Pacífico - seguir-se-ão os do Atlântico - liberalizou de tal modo a exploração de carvão e gás de xisto ( fracking) que na prática rebentou com os acordos de Paris sobre as emissões de gases poluentes. A situação é grave, mas a resposta não pode, uma vez mais, ser a arrogância a que temos assistido

E ao que temos assistido é deveras assustador. Uma boa parte dos cientistas e dos divulgadores de ciência tornaram-se completamente fechados à crítica e ao debate. Entre os mais dogmáticos, que funcionam como líderes de uma religião, estão os defensores extremos das alterações climáticas e do aquecimento global e os fanáticos do ‘darwinismo’ ateu.

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  • O discurso do novo presidente dos EUA foi bastante desastroso e teria dado azo (como deu) para inúmeras críticas. Mas, curiosamente, muitos jornais (falo dos norte-americanos) começaram por tentar colocar em causa a legitimidade do vencedor das eleições. Fizeram-no através de várias formas, entre as quais a comparação de fotografias que mostravam o número de pessoas que assistiu à primeira tomada de posse de Obama e a esta, de Trump. A diferença é abissal, mas um porta-voz da Casa Branca atual já veio desmentir que as fotos possam ser comparáveis. E o meu ponto é este: isto interessa? É por vias, pelo menos tão básicas como as utilizadas por Trump, que se pretende minar o seu apoio? Não me parece