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A Associação dos Lesados de Portugal

Eu já rejubilei nesta coluna com a solução para os lesados do BES. Aquela que nos há de tirar um pouco de dinheiro para os investidores, pequenos, grandes, médios, poderem reaver parte do que perderam no papel comercial em que foram enganados (os que foram, outros saberiam ao que iam). De fora ficaram os que compraram esse papel maldito nos estrangeiro, pelo que a Associação Movimento Emigrantes Lesados (AMEL) se sente abandonada e espera poder vir a usufruir do mesmo tratamento benigno do Estado. Acho bem e Ámen!

Falto eu e… mais uns milhões de contribuintes. Constituo, por isso o núcleo fundador da Associação dos Lesados de Portugal, a quem prometeram que não ia mais dinheiro nosso para estas poucas vergonhas, a quem prometeram que seriam feitas reformas no Estado de modo a não termos de pagar sinecuras e a quem prometeram que a austeridade ia acabar. Tal como no BES, não nos interessa muito saber quem são os verdadeiros culpados, basta-nos que Sua Excelência o senhor primeiro-ministro venha negociar um acordo que nos permita recuperar algum do dinheiro que andámos a colocar, enganados pelos discursos de Vexas, com o aval de vários primeiros-ministros, mais de que um governador do Banco de Portugal e diversas outras entidades oficiais que solenemente nos diziam que o nosso esforço teria recompensas.

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