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Macedo e Crato: destruidores implacáveis

Há muito tempo, tanto que ainda António Costa não era primeiro-ministro nem Marcelo era o Presidente, havia dois ministros que tinham por missão destruir o trabalho árduo suportado por gloriosas lutas de trabalhadores e profissionais do ramo. Um, de nome Paulo Macedo era suposto não deixar pedra sobre pedra no Serviço Nacional de Saúde, entregando tudo a privados. O outro, de nome Nuno Crato, era o Átila da Escola Pública. O seu fito era aumentar o obscurantismo para melhor servir o capital financeiro de que eram ambos lacaios

Durante mais de quatro anos todos os dias ouvimos esta ladainha expressa por quem tem a convicção (cara ao tristemente célebre ministro da propaganda Goebbels) de que uma mentira repetida mil vezes passa a ser verdade. Depois, os dois ministros foram às suas vidas, umas melhores outras piores, e o PS com a colaboração do Bloco e do PCP pôde dedicar-se a salvar o país.

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