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Centeno, à la PS, em lume brando

Não sei se ele alguma vez o disse, mas refere-se Jorge Coelho como autor da frase: “Os independentes são muito imprevisíveis”. Talvez sejam, mas a realidade consegue ser mais. Veja-se Mário Centeno; foi desassossegado para fazer um programa para o PS. Juntou uma comissão de ‘sábios’ e fez; depois, o PS não ganhou as eleições, mas fez maioria com o Bloco e o PCP e o programa de Centeno foi pelo cano. Passado um ano, anda a ser desautorizado por tudo o que é Governo e PS, ou seja por quem o convidou. A culpa é dele? Não sei, mas conheço formas mais elegantes de empurrar alguém porta fora

Marques Mendes, na SIC, alertou que o facto de os administradores da CGD estarem dispensados de apresentar os seus rendimentos ao Tribunal Constitucional ou era um lapso, ou era muito grave. Pouco depois, Mário Centeno, com a candura dos homens pouco rodados em círculos mal frequentados, respondeu: “Não foi um lapso!” Ora, logo nesse momento, se não antes, António Costa e todo o Governo, além de todo o PS perceberam o mesmo que o mais imbecil dos portugueses: que Domingues e a sua equipa fora convidada nessa condição excecional que é a de um gestor da CGD não apresentar as contas ao TC.

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