Siga-nos

Perfil

Expresso

O ponto em que Costa e Gaspar se encontram

  • 333

António Costa e Vítor Gaspar podiam ser como duas retas paralelas, que apenas se encontram no infinito. Não são. Os dois intercetam-se ao virar da primeira esquina de dificuldade. Lembram-se de o antigo ministro das Finanças, aquele neo-liberal horroroso, como lhe chamavam os agora amigos da geringonça, afirmar que os portugueses tinham de escolher sobre o nível de Estado Social que desejavam, porque os impostos teriam de ser em função disso? Pois bem, António Costa, hoje, numa entrevista ao ‘Público’, não só o reafirma como, partindo do princípio que todos querem o Estado Social (e nessa parte terá razão), afirma que os portugueses têm de escolher entre que impostos querem aumentar

Ele disse aumentar! Não podem diminuir? Ou, vá lá, manter-se? Não! Costa sabe que não e por isso em cima do colossal, tremendo e brutal aumento de impostos de Gaspar, não se coíbe de dizer que é preciso mais.

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito: basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso. pode usar a app do Expresso - iOS e android - para fotografar o código e o acesso será logo concedido

  • António Costa: “O único banco que será sempre português é a Caixa”

    Em entrevista ao “Público” esta segunda-feira, o primeiro-ministro deixa muitas novidades: o Orçamento de Estado para 2017 vai aumentar novos impostos indiretos e o polémico escalão para o IMI sobre imóveis de luxo também vai avançar, apesar de ainda não serem conhecidas todas as condicionantes. Os trabalhadores da função pública só terão novos aumentos em 2018

  • Vão completar-se quatro anos, no próximo dia 2 de outubro, sobre o anúncio do “enorme aumento de impostos” feito pelo então ministro das Finanças, Vítor Gaspar. Os argumentos do governante tinham a ver com a recente rejeição das alterações à TSU – uma enorme manifestação em Lisboa e a oposição das próprias associações patronais deixara claro o custo político de tal operação – e o Tribunal Constitucional, vetando medidas, não deixava, segundo Gaspar, outra hipótese