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De facto, era bom se o PS perdesse a vergonha…

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Parece – e digo parece porque não tendo lá estado já ouvi as mais diversas versões – que a dirigente bloquista Mariana Mortágua disse numa iniciativa do Partido Socialista, referindo-se à coleta de impostos, “é preciso perder a vergonha de ir buscar a quem está a acumular”. Parece – e invoco os mesmos motivos – que a sala a aplaudiu longamente

Seja o que for, seria bom do meu ponto de vista que o PS perdesse a vergonha. E isso significa definir-se, saber de que lado está. Por exemplo, o crítico Sérgio Sousa Pinto viu um apelo à penitência dos socialistas e à sua tardia rendição ao trotskismo ou a alguma seita comunista heterodoxa (e cito) “PS, penitencia-te, ainda vais a tempo, junta-te a nós, 1975 é passado, o capitalismo não sobreviverá ao nosso grandioso compromisso histórico". Talvez por isso o ex-líder da JS tenha publicado no seu Facebook uma fotografia da manifestação na Fonte Luminosa, em 1975. A manifestação contra o esquerdismo e o comunismo e pela liberdade. Mas outros, como João Galamba e Porfírio Silva defendem que Mariana Mortágua falava “apenas” dos 1% mais ricos.

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