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Vítor Gaspar, o pai do socialismo fiscal

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Vão completar-se quatro anos, no próximo dia 2 de outubro, sobre o anúncio do “enorme aumento de impostos” feito pelo então ministro das Finanças, Vítor Gaspar. Os argumentos do governante tinham a ver com a recente rejeição das alterações à TSU – uma enorme manifestação em Lisboa e a oposição das próprias associações patronais deixara claro o custo político de tal operação – e o Tribunal Constitucional, vetando medidas, não deixava, segundo Gaspar, outra hipótese

O aumento foi enorme, colossal, gigantesco. Toda a oposição, PS, Bloco de Esquerda, PCP e outros, além de figuras da área do Governo PSD/CDS verberaram tal medida. Que atingia apenas menos de metade do país, já que 45% dos contribuintes não paga IRS (por via dos baixos rendimentos de trabalho, o que em certos casos não é igual a pobreza ou mesmo a baixos rendimentos tout court), além de que as classes altas têm sempre modos de contornar os impostos, colocando empresas, capitais e património noutros pontos do planeta.

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