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Aventuras na terra do (con)fisco

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Esclareço já os adeptos de um lado ou de outro que tudo o que segue não é imputável nem a este, nem ao anterior, nem ao anterior do anterior Governo. Do que aqui se trata é do melhor de Portugal. Passa de Governo em Governo sempre com o mesmo fito: melhorar a cobrança fiscal, objetivo que seria meritório caso não fosse, como tem tantas vezes sido, à custa da retirada de direitos, baralhação, humilhação, perda de tempo e maus tratos morais e patrimoniais dos contribuintes. Enfim de um Estado que se sente dono dos cidadãos e não ao seu serviço

Recorro, ainda, a declarações públicas de uma senhora conselheira, vice-presidente do Supremo Tribunal Administrativo, a quem agradeço ter dado voz a tanta gente. Dulce Neto, de seu nome, disse que o Estado entope os tribunais e, segundo o ‘Diário de Notícias’ arrasou o comportamento das Finanças nos processos fiscais. Claro que, como isto é um problema não político, que não serve para a chicana mas que diz respeito a toda a gente, a sua repercussão não foi semelhante à do juiz Carlos Alexandre. Mas merecia.

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