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Os mais pobres dos pobres

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Qualquer pessoa atenta sabe que os mais desprotegidos nas nossas sociedades modernas são os velhos. Exceto quando falamos de um drama que muitos não querem ver, outros tantos acham uma ameaça e apenas uma pequena parte se preocupa a sério: os refugiados. Neste grupo concreto de milhões de pessoas, das quais apenas 1,4 quis a Europa como destino (sendo que apenas metade desses entrou) as crianças são as mais fustigadas, as mais frágeis. E há, diz o sítio da Internet da Unicef, cerca de 65 milhões crianças que vagueiam pelo mundo “fugindo de conflitos, pobreza e extremos climáticos, procurando um local melhor para viver um lugar a que chamem lar”

Um relatório divulgado esta quarta-feira pela mesma Unicef refere o número de 50 milhões de crianças oficialmente consideradas refugiadas. Um número que duplicou nesta última década. É cinco vezes a população de Portugal, mais do que uma Espanha de rapazinhos e meninas sem saber o que fazer, sem estabilidade, sem carinho, muitas vezes sem amor, já sem pai nem mãe. A guerra civil na Síria é o acontecimento que mais contribui para este aumento exponencial. E basta verificar que quase metade das crianças vem da Síria e do Afeganistão para entendermos onde estão os principais problemas.

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