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Sair do euro, diz ele…

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Os americanos são todos maus, salvo os que são bons. A frase ‘la paliciana’ pode se aplicada a uma série de pessoas que têm os norte-americanos na pior conta do mundo, exceto aqueles que, como Noam Chomsky, nuns aspetos, Michael Moore, noutros, ou Joseph Stiglitz e Paul Krugman na Economia defendem posições com as quais concordam. Há, no entanto, um ponto comum a quase todos os norte-americanos, liberais ou republicanos, mais à esquerda ou à direita: o seu desconhecimento bastante acentuado da história dos outros países, nomeadamente dos mais pequenos

Esse desconhecimento chegou a ser penoso (para eles e para o mundo) em muitas regiões – desde logo África, Médio Oriente e Indochina. Mas prolonga-se na Europa (Balcãs, por exemplo) e um pouco em todos os setores. Vejamos Stiglitz e Krugman (sabendo que Krugman esteve a ajudar o Banco de Portugal, em Lisboa, na sua juventude, nos final dos anos de 1970, dando-lhe por isso o crédito de alguma coisa saber ‘in loco’).

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