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Passos e Costa: Cair em graça e ser engraçado

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Há uns tempos, em 2011, Passos aconselhou professores portugueses a explorarem as possibilidades de dar aulas em países lusófonos. Caiu-lhe em cima o Carmo e a Trindade, ou melhor o sindicalista Mário Nogueira e boa parte da esquerda. Esta semana foi a vez de António Costa referir que a abertura de mais aulas de português em França poderia ser uma oportunidade para professores desempregados. O Carmo, a Trindade, o dr. Nogueira e a esquerda em geral, provavelmente já cansados de tanto protestar, não reagiram

Devo dizer que tanto Passos como Costa tiveram razão no que disseram. O mundo em mudança no qual vivemos não se compadece com a imobilidade, tal como estávamos habituados. Pessoalmente, nunca desencorajei ou desencorajarei as minhas filhas de emigrarem, se isso for o melhor para elas. O mundo é hoje um lugar pequeno. Quando o meu avô veio para a Marinha, de perto de Viseu para Lisboa, demorou mais tempo do que aquele que hoje se leva a chegar à Austrália.

Mas dizendo mais ou menos o mesmo e tendo ambos razão, como se explica, por um lado os silêncios dos críticos e, por outro – e mais importante – a desvalorização do que disse Costa por parte da Comunicação Social?

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