Siga-nos

Perfil

Expresso

Chamem-me o que quiserem

Agora estou otimista! Não tenho razões, mas estou!

Quem não gosta de boas notícias? Quem quer ser atormentado por más notícias? Ninguém. Por isso, alertas, ameaças, dados, acordos mal feitos, saneamentos políticos e coisas do estilo, embora noticiadas todos os dias, não têm efeito nenhum. Há uma pequena parcela do país que quer saber a verdade, mas a maioria contenta-se com o faz de conta

Henrique Monteiro

Henrique Monteiro

Redator Principal

O faz de conta é assim: a austeridade não era necessária; o governo de Sócrates pediu ajuda ao FMI porque lhe chumbaram o PEC IV (e ninguém quer saber o que dizia o tal PEC, que era um pacote de austeridade também). A reposição dos salários e pensões vai de vento em popa e a descida dos impostos também. Se há algum aumento por aí, não se dá por ele. Afinal, como dizia alguém, “tanto me faz o preço do combustível, porque ponho sempre 20 euros”.

O país está distendido e não há nuvens no horizonte, salvo aquelas que se está interessado em criar, porque se sabem que não chegarão: refiro-me às sanções europeias por défice excessivo. Este Governo e esta maioria ficarão conhecidos por tudo terem feito para que as sanções que nunca estiveram para ser decretadas não tenham sido efetivamente decretadas. E desdobra-se em diversos eventos…

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito: basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso. pode usar a app do Expresso - iOS e android - para fotografar o código e o acesso será logo concedido)