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Os boys sobrevivem sempre

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O Governo anterior decidiu fazer uma estrutura, a CRESAP, presidida por alguém tido como insuspeito e independente, o prof. João Bilhim, para recrutar os altos quadros da Administração Pública. Essa estrutura, ou comissão, sofreu críticas porque permitia, ainda assim, que fosse o Governo a escolher entre três nomes selecionados pela comissão

Mudou o Governo mas, aparentemente, não mudaram as regras, no sentido em que a CRESAP e o prof. Bilhim se mantêm em funções. E, não obstante, alguns altos quadros têm sido demitidos sem apelo nem agravo (o último dos quais o Diretor-Geral das Artes, Carlos Moura-Carvalho), com a justificação de que os objetivos das suas funções passaram a ser diferentes.

Note-se que os visados (este, ou os dirigentes substituídos do Instituto de Emprego ou da Segurança Social, entre outros) não foram acusados de deslealdade ou de incompetência. Apenas de que não se coadunam com os novos propósitos das estruturas que dirigiam.

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