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Trump, Le Pen, Orban e outros revanchismos

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Recorda hoje no Financial Times o cronista Gideon Rachman que, em 2002, Jean-Marie Le Pen, para admiração da França e da Europa, conseguiu passar à segunda volta nas presidenciais. O pai da atual líder da Frente Nacional e fundador daquela formação política de extrema-direita acabou derrotado na segunda volta por uma coligação que unia toda a gente – dos comunistas e aliados, ao PSF (vergonhosamente derrotado no primeiro turno) até aos gaullistas, que fariam eleger Jacques Chirac

Tudo está bem quando acaba bem? Poderia ser essa a conclusão, mas como afirma Rachman o feito de Le Pen foi o primeiro de uma série de pequenas e grandes vitórias que a extrema-direita começou a ter.

Hoje, vemos uma espécie de ‘gangster’ que defende assassínios extrajudiciais, de seu nome Rodrigo Duarte, vencer as eleições nas Filipinas. Na Hungria continua Orban de pedra e cal. Na Polónia o caminho não é muito diferente; na Rússia Putin fez cair as veleidades de uma democracia a sério naquele país e – só faltava mais essa - Donald Trump pode vencer nos EUA.

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