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O que merece um assassino bárbaro

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O facto de Anders Breivik ter vencido em tribunal um caso de direitos humanos parece ter chocado muita gente. Breivik, para quem não está lembrado, é aquele nazi norueguês que, em 2011, matou oito pessoas com uma bomba colocada no centro de Oslo e depois fuzilou – é o termo – 69 jovens do partido Social-Democrata que acampavam na ilha de Utoya, junto à capital

O assassino foi condenado a 21 anos de prisão, pena máxima no país. Há tempos queixou-se do tratamento desumano que sofria na prisão. Fê-lo alegando que não tinha contactos com ninguém, uma vez que só a mãe o visitava e faleceu em 2013, passando entre 22 e 23 horas fechado numa cela.

Além disso, queixou-se, tinha um comportamento exemplar como recluso e via os seus direitos, enquanto tal, serem violados pelas próprias autoridades. Isto, apesar de especialistas em Direito, como o professor Kjetil Larsen, argumentarem que o tratamento que lhe era infligido estava dentro dos parâmetros legais. “É um regime estrito, mas baseado nas explicações que me foram dadas não vislumbro que qualquer convenção tenha sido violada”, afirmou.

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