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Expresso

O mundo segundo Morais Sarmento, Paulo Portas & associados

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Primeiro foi Paulo Portas, que na hora da despedida como líder do CDS, mas não da despedida como grande estadista, alertou Portugal para que não “judicializasse” as suas relações com Angola. A tradução é: deixem Angola aplicar a sua justiça injusta e não digam nada, que ainda me estragam o negócio

Esta semana, já depois da ridícula condenação de um alegado bando criminoso por este se dedicar, não a fazer bombas e menos a colocá-las, mas sim à leitura de um livro (grupo onde está pelo menos um cidadão que também tem nacionalidade portuguesa) foi a vez do grande tribuno e pitonisa do PSD Morais Sarmento avisar que existe uma “condenação moral desproporcionada” em relação a Angola.

Sarmento é mais claro, porque diz ao que vem, sem rodeios: “calamo-nos, se for preciso cobardemente, quando o dinheiro é de um país como a China, porque aí nos interessa e não temos tamanho para questionar” (declarações à Rádio Renascença). Não entendo a relação entre dinheiro e o julgamento fantoche do grupo de 17 ativistas, mas o distinto jurista lá a encontrou.

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