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Expresso

Terrorismo e sociedade pós-humana

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As novas formas de guerra estão a desmunizá-la, ou apesar da distância geográfica com que se tomam as decisões e primem os gatilhos, tornam os inimigos 'mais próximos'? Num debate suscitado por um filme estas questões foram debatidas sem preconceitos por especialistas. E as conclusões podem ser surpreendentes

Há quase 20 anos, em 1997, um computador derrotou o campeão do mundo de xadrez, Garry Kasparov com duas vitórias, três empates e uma derrota. A máquina vencia o homem (ainda que este resultado fosse posteriormente contestado pelo xadrezista, ao mesmo tempo que muita gente acusava a IBM, empresa responsável pelo computador ‘Deep Blue’ de ter feito batota para subir o preço das ações da companhia).

Na semana passada, outro computador, desta vez da Google, venceu o campeão mundial de Go (um complicado jogo de estratégia chinês). Estão as máquinas a derrotar o homem, como no célebre filme ‘2001 Odisseia no Espaço’, realizado há quase 40 anos, em 1968? Ou, como salienta Paulo Novais, presidente da Associação Portuguesa para a Inteligência Artificial, não há razões para alarmismos, porque as máquinas não têm criatividade, intuição ou livre arbítrio?”.

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