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Expresso

O modelo sem rede do Governo PS

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As normas orçamentais de auxílio à Grécia e à Turquia, por razões mais do que conhecidas e estimáveis, têm, igualmente por razões mais do que conhecidas, mas do meu ponto de vista não tão estimáveis, a oposição do PCP e do Bloco de Esquerda

Ora isto tornou-se num problema para a ‘geringonça’. Afinal, a Europa, os acordos internacionais e a problemática ligada com as nossas alianças, como a NATO, não são do passado. Mantêm-se – e por isso se mantém que o ‘arco governamental’ natural não pode ser com partidos que destoam de 80% dos eleitores em matérias tão sensíveis para a nossa política como é a União Europeia. Sobretudo agora, que ela é cada vez mais posta em causa por extremistas.

Acontece que António Costa, para não ser corrido do PS – há que lembrá-lo porque em Portugal tudo se esquece, tudo se perdoa (veja-se as revelações que este jornal trouxe sobre as traições do PCP e os 14 espiões do KGB identificados nos arquivos Mitrokhin), acontece que Costa, dizia eu, com legitimidade parlamentar e política, decidiu aliar-se a quem não pensa como ele nestas matérias fundamentais. E esperava o quê, quando a questão se pusesse? Pelos vistos, esperava o apoio da direita.

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