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Expresso

Liliana e a pobreza do nosso Estado

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Não falo de Economia, mas de pessoas. Não falo de números, mas de seres humanos, de amor, de mãe e filhos. Não falo de preconceitos, mas de realidades. Não falo do que o Estado, monstro cobrador de Impostos e distribuidor de restrições, entende sobre o que cada um deve ser, como cada um deve viver, como cada um deve educar e cuidar; falo do direito que cada um tem, desde que cumpridor das leis da República, em agir no seu próprio interesse. Pela quarta vez, desde que o assunto veio à baila – há mais de três anos – falo de Liliana Melo a quem os juízes, em nome do Estado ‘roubaram’ sete dos seus filhos

Hoje soube-se que o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem condenou Portugal a indemnizar Liliana. São apenas 15 mil euros, que não pagam o que a mãe sofreu, e num processo que apenas incide sobre a proibição de contacto com as crianças. Mas o Tribunal Europeu constatou que esta era uma violação dos Direitos do Humanos.

Por mim, todo o processo é uma violação dos direitos humanos e não tendo nada mais a afirmar, aqui vos recordo o essencial do que então escrevi e os receios que sinto neste e noutros casos:

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