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Expresso

Uns vão receber mais; outros o mesmo ou menos, mas quase todos vão pagar mais ao Estado

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Eu não sei se sou desmancha-prazeres ou se é por não perceber muito de Finanças, mas não consigo vislumbrar nem as catástrofes nem as bem-aventuranças em que vejo a opinião publicada dividir-se acerca do Orçamento do Estado

Há quem diga, o meu amigo Pedro Santos Guerreiro foi um deles, que esta é uma austeridade de esquerda. Talvez, eu não discuto Economia com ele, seria estultícia da minha parte. Mas se há agora uma austeridade de esquerda por contraposição à que houve de direita, posso discordar politicamente – e apenas neste campo – da forma como ambas foram feitas (e suponho que ele concordará).

Porque o resumo mais resumido, aquele que é feito para pessoas normais entenderem, é o seguinte: há uma entidade que necessita sempre de mais dinheiro. Podemos dizer que é para o distribuir pelos pobres, ou para o dar aos amigos, ou para aumentar os reguladores ou outra coisa qualquer. Essa entidade chama-se Estado. E há sempre o mesmo grupo a quem se vai buscar esse dinheiro que o Estado necessita. São os contribuintes.

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