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Expresso

Sete coisas que eu sei sobre Marcelo

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Marcelo, como quase toda a gente com as suas características, é vítima de si próprio. Mas muito do que dele se diz não corresponde à realidade. A principal crítica que se lhe poderia fazer, infelizmente, quase ninguém a faz. Do meu ponto de vista, tem a ver com a sua crença num interesse nacional indiscutível e na indispensabilidade do Estado para a prossecução desse interesse. O resto, a intriga, a criação de factos políticos e coisas do género, tem sido comum a toda a classe política

Ver pessoas que já apoiaram o terror soviético, o totalitarismo cubano ou o terceiro-mundismo sem democracia, aproveitar uma frase de Passos Coelho para lhe chamar ‘catavento’ chega a ser risível. Como o é a credibilidade que, neste caso concreto, conferem ao líder do PSD, o qual, em todos os outros assuntos, insultam a toda a hora.

Marcelo ganhou logo na primeira volta, demonstrando não ter competidor à altura. Mas não foi essa a única razão pela qual ele ganhou. E a maioria das explicações que a sua vitória motiva afiguram-se-me bastante duvidosas. Colijo, aqui sete coisas que sei de um homem com quem já convivi algumas vezes, sempre fora do contexto político (apresentou um livro meu, vimos uma final de Wimbledon com um grupo de adeptos de ténis, cruzámo-nos em casa de amigos comuns).

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