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Expresso

Com um pé em Pirescoxe e outro em Berlim

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A capacidade matemática de António Costa não está totalmente estudada e não serei eu a fazê-lo. Mas há que lhe tirar o chapéu se ele, tendo já resolvido uma equação a duas incógnitas – Jerónimo e Catarina – conseguir agora resolvê-la a três, porque entra Schäuble no exercício

Schäuble que era o ‘nazi’ de serviço para os comentários da nossa esquerda, talvez a única pessoa do mundo que ela entendesse ser pior que Ângela Merkel antes de esta ter dado uma lição à esquerda e à direita sobre refugiados, veio agora juntar-se à coligação. ’Mário, ó Mário, se mantiveres a palavra, manda lá cumprimentos ao António Costa que foi ministro do interior ao mesmo tempo do que eu e com quem tinha uma boa relação de confiança’. Se Schäuble o faz sinceramente ou sabendo que elogios seus podem ser fatais na nossa arquitetura política, não faço ideia.

De qualquer modo, o Eurogrupo, com o socialista (ou trabalhista) Dijsselbloem à frente, lá foi dizendo que é “preciso dar continuidade às políticas de sucesso”. Como estas políticas, por uma questão temporal, não podem ser as do próprio Costa, referem-se, seguramente, as de Maria Luís e do Governo anterior.

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