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Expresso

Marine, Maduro e o “arco da governação”

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Um dos grandes argumentos usados em Portugal para justificar a aliança do PS com o Bloco e o PCP foi que “20% dos votos não podem ser desprezados”. Hoje mesmo, numa entrevista ao ‘Público’, o primeiro-ministro afirma que sempre foi contra a ideia de ‘arcos de Governação’. Curiosamente, as eleições regionais francesas e, noutra medida, as legislativas venezuelanas, vieram dar resposta a estas teses

A Frente Nacional teve 30% dos votos em França e tornou-se a primeira força política. Logo os socialistas vieram avisar que o seu partido desistia nas duas regiões em que há o perigo de Marine Le Pen e da sua sobrinha Marion Maréchal-Le Pen vencerem. Com esta desistência, os socialistas, que nas duas regiões ficaram em 3º lugar (e na segunda volta participam todos os que tiverem mais de 10%) dão um apoio indireto às listas de Sarkozy, da direita. Ou seja, pretendem excluir mais de 40% dos votos, em qualquer das regiões, do ‘arco da Governação. E fazem bem.

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