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Expresso

Um Governo da Oposição

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Do mesmo modo que ontem aqui escrevi que a direita não pode ficar amarrada à ideia da ilegitimidade do Governo, até porque o legitimara com a moção de rejeição do programa obrigando o Parlamento a um ato maioritário de não rejeição, digo hoje que o Governo e o PS não podem – como mostraram – reduzir-se a ser oposição ao Governo anterior. Têm, rapidamente, de apresentar propostas concretas e quantificadas

Que o Bloco e o PCP, que sustentam o Governo, se sustentam a si próprios de protestos vários, não é novidade. Por alguma razão são considerados ‘partidos de protesto’. Esse foi, aliás, o motivo que os fez estar fora de qualquer congeminação de Governo e os mantém fora deste mesmo Executivo.

Mas o PS, que inicialmente oscilou entre ser partido de protesto ou partido de poder, tendo ganho esta última via há mais de 40 anos, não pode resumir-se ao protesto… até porque tem de governar.

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