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Expresso

A TAP e o meu '(des)patriotismo'

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Meus caros amigos, o mundo não é o que devia ser. Penso, até, que nunca foi. Desde o tempo de Prometeu, que ficou agrilhoado, com uma águia a comer-lhe o fígado (que diria o PAN?), apenas por se ter atrevido a roubar o fogo aos deuses e dá-lo à humanidade; passando por Jesus Cristo, por nós injusta e terrivelmente crucificado, que veio redimir os nossos pecados, a maldade (coisa que já o dilúvio tentara, mas que os descendentes de Noé não evitaram); e depois, tantos outros, que pelas boas ideias e pela boa ação pagaram duras penas. Ainda recentemente Gandhi e Mandela, ou Martin Luther King ou Olof Palme disso foram exemplo

Enfim, o mundo não presta e por isso a nossa geração, precisamente a nossa, tem de o mudar ou, vá lá, abrir caminho para a mudança. Claro que há um paradoxo: se a nossa ação causar mal a alguém, deveremos continuar? A doutrina divide-se. Santos como Cristo ou Gandhi diriam que não. Menos santos, mas mais convictos como Mandela, fariam depender de cada caso. Os mais radicais acham que um bom futuro pode valer um mau presente.

Pronto! Como veem chegámos à essência do comunismo – o bom futuro valer o sacrifício presente. E daqui parto para a TAP e para a companhia de bandeira, num instantinho, porque não há nada como ver as coisas na sua maior grandeza, para resolver problemas relativamente pequenos. Se a TAP não tinha dinheiro, o que se havia de fazer?

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