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Expresso

Fé, Esperança e Caridade – o que a esquerda nos pede

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Há quase quatro semanas que António Costa, saindo de uma audiência com o Presidente da República afirmou julgar estar em condições para ter um Governo viabilizado no Parlamento. Esse Governo, como não podia deixar de ser, teria de estar escorado no Bloco de Esquerda e no PCP. Passado este tempo nós julgamos, tal como Costa, que ele pode ter condições de ter um Governo viabilizado, e entretanto o presidente do PS, Carlos César, já veio dizer que o acordo só será mostrado aquando da discussão do programa do Governo PSD/CDS

Muito bem, cá esperamos. E continuamos à espera mais uma semana.

Só que, no espaço deste mês passado, outras vozes se fizeram ouvir. A de Jerónimo de Sousa que colocou em causa haver já um acordo, embora não o desmentisse e, sobretudo, pôs em dúvida que fosse necessário um papel assinado, porque a palavra basta (além de reafirmar várias posições do PCP incompatíveis com as do PS); a de Catarina Martins que confirmou pelo seu lado um acordo com o PS, deu a entender faltar o sim do PCP e anunciou uma série de medidas que apontam para mais despesa (ainda que tenha de se sublinhar a sua tolerância em relação ao aumento do salário mínimo nacional para 600 euros); a de Francisco Assis que vai andar pelo país a recolher apoios socialistas contra a solução frentista; a de Arménio Carlos que convocou uma manifestação para o dia em que o programa do PSD e CDS estiver a ser discutido (dia 9) e, portanto, para o dia em que o acordo da esquerda será conhecido.

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