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Expresso

O drama de Costa é a honestidade de Jerónimo

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Quando conheci Jerónimo de Sousa, num jantar em que o convidei, tive dele a impressão que mantenho: um homem sério, ponderado, honesto com o qual não concordo minimamente. Ontem, quando o ouvi na SIC Notícias, numa entrevista a Ana Lourenço, confirmei essa primeira ideia e tive a sensação reforçada de que o excesso de honestidade pode fazer mal à saúde política de algumas personagens

O que disse Jerónimo? Provavelmente disse a verdade. Se assim não foi ficaria desiludido com ele e com as minhas perceções. Essa verdade é que as negociações entre a esquerda estão ainda a decorrer, nada está ainda fechado, que o PCP é contra o Tratado Orçamental, que ninguém lhe explicou por que razão o défice tem que ser 3% e não 4% e que defende o controlo da banca.

Ou seja com o seu ar de sempre, como se fosse a coisa mais natural do mundo, Jerónimo de Sousa defendeu que se o PS aderisse às teses do PCP as negociações seriam mais fáceis.

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