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A conspiração contra Angola (ou como isto anda tudo ligado)

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O Expresso Curto de hoje, da autoria de João Vieira Pereira, tinha como título: “Cruzada anti-angolana? É preciso ter lata”. O diretor adjunto do Expresso referia-se a um editorial do “Jornal de Angola” intitulado “De Portugal nada se espera”. Poder-se-á pensar que é um jornalista a meter-se com outro. Mas nada é mais falso. Do lado do “Jornal de Angola” temos as palavras do seu diretor, com visto prévio do mais alto poder de Luanda. Do lado do Expresso, a opinião de um diretor-adjunto que escreve o que pensa e não carece, como nunca ninguém careceu da autorização de quem quer que seja

Várias pessoas já escreveram no Expresso sobre o mais recente caso humanitário e judicial de Angola – o dos jovens presos por estarem a ler um livro, de forma a preparar um golpe de Estado (como se um golpe de Estado tivesse livro de receitas). Fizeram-no diversas pessoas de diversas orientações.

O mesmo se passou noutros títulos e órgãos do grupo Impresa. Ora isso leva o diretor e editorialista do ‘Jornal de Angola’ (tarefa onde é, por vezes, acolitado por alguns portugueses serventuários daquele regime ou dependentes do dinheiro que de lá sacam) a uma conclusão: “A central mediática que está na primeira linha dessa operação em Portugal pertence a Francisco Pinto Balsemão, militante com o cartão nº1 do Partido Social Democrata (PSD) e articula-se entre os canais SIC, o semanário Expresso e toda a rede de publicações do grupo Impresa”. Ou seja, José Ribeiro mede os outros por ele.

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