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Expresso

Um elefante chamado Cavaco

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Há, claramente, uma incompatibilidade entre as palavras do Presidente da República e as convenções políticas básicas. Não falo de convenções politicamente corretas, apenas das convenções politicamente democráticas, geralmente aceites por todos os atores que estão dedicados à coisa pública

Essa incompatibilidade está, em primeiro lugar, na forma, mas também existe no conteúdo. Digamos que a forma é comparável à de um elefante numa loja de porcelana. Quanto ao conteúdo só me ocorre fazer um paralelo com as brincadeiras de cobóis, ou as táticas futebolísticas conhecidas por “tudo ao molho e fé em Deus”.

Mas vamos por partes, porque não tenho a menor intenção de ser incorreto em relação ao chefe do Estado, embora o facto de escrever o que considero serem umas verdades que ele necessita ouvir – ainda que o seu tempo político escasseie – sobreleva esse desejo de ser cordato e delicado. Não me levem, pois, a mal.

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