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Expresso

Um homem a tentar salvar a pele

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Imaginemos por um minuto que Costa tinha ganho as eleições. Com maioria absoluta. Andaria ele pela sede do PCP e do BE (além do PAN e dos Verdes)? Talvez… Mas estaria em condições muito diferentes, pois não necessitaria do apoio destes partidos e menos ainda era forçado a aceitar qualquer condição que lhe pusessem. E se tivesse uma vitória relativa, ou o que se chama uma maioria relativa? A situação era, ainda assim diferente. Pois só a coligação negativa da direita e destes partidos destruiria um governo PS, ainda que minoritário. O problema todo está nisto: Costa não ganhou as eleições, nem com maioria absoluta nem relativa e por isso, tudo o que pode fazer para fingir que as não perdeu é tentar ser um ‘kingmaker’, ou seja, aquele que tem o poder suficiente para, aliado a uns ou a outros, decidir quem governa

Não é por acaso que o termo ‘kingmaker’ (fazedor de reis) nasceu de Richard Neville que serviu primeiro a casa de York e depois a de Lacanshire durante a chamada guerra das Rosas. O ‘kingmaker’ passou de um lado para o outro da contenda.

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