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Expresso

PS: altos, baixos, esquerda, direita

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Chegou a vez do PS nestas crónicas. Deixem-me começar por dizer que fui, desde a primeira hora, contra o modo e o método como Costa afastou Seguro. Penso que parte do que ele está a passar se deve, ainda, à imagem que, na altura, projetou, não sobre os seus apoiantes e socialistas ferrenhos, mas sobre o povo em geral. De resto, Costa fez muitas coisas bem feitas e algumas fatais. Caricaturando, andou entre Galamba e Centeno e nunca escolheu decididamente um dos lados

Uma simples máquina de calcular teria dado jeito a António Costa. Vejamos: ainda que a coligação tenha o melhor resultado que as sondagens lhe dão, tal significa que perdem cerca de 500 mil votos de pessoas que ficaram afetadas e zangadas com a sua política restritiva. Parecer-me-ia óbvio que se o PS quisesse vencer as eleições sem margem para dúvidas, deveria ter ‘atacado’ esses meio milhão de eleitores desiludidos com a política do PSD/CDS.

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