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Expresso

Onde estão os partidos antissistema?

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Hoje, e nos próximos três dias, até ao dia de reflexão, tratarei dos blocos políticos existentes: os partidos extraparlamentares (hoje); os partidos de esquerda não pró-europeus, como o Bloco e o PCP (amanhã); o PS (quinta) e o PàF (sexta). Por todos tenho simpatias e antipatias; não sou o que se chama, no verdadeiro sentido da palavra, um partisan, um militante. E na hora de votar, só Deus sabe onde cairá a caneta (caso caia em alguns dos quadradinhos)

Em Portugal, ao contrário da maioria dos países que nos têm servido de referência, o sistema partidário mantém-se estável. Mesmo no Reino Unido, o SNP (Partido Nacionalista Escocês) veio perturbar a velha ordem de Conservadores, Trabalhistas e Liberais. Em França, a ascensão de Le Pen e a criação de novos partidos que sobraram do RPR (gaullista) também alteraram o quadro tradicional; na Itália há muito que houve uma revolução total; na Espanha as formações Podemos e Ciudadanos (embora a primeira em perda) fazem mossa; da Grécia nem vale a pena falar e mesmo na Alemanha deixaram apenas de contar os tradicionais CDU/CSU e SPD.

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