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Expresso

Os grandes defensores da pureza do português

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De vez em quando tem de se falar na mais ridícula polémica que assola o espaço público: refiro-me ao Acordo Ortográfico. A polémica é ridícula porque quase todos os argumentos são baseados em falácias, mentiras e meras preferências. Mas, sobretudo, porque o caso não tem a importância que lhe querem dar

Como aqueles que estudaram sabem, não é a ortografia que determina o modo como falamos, nem sequer o modo como entendemos as palavras. Tomo o exemplo recente da XIV Conferência dos Ministros da Justiça da CPLP, realizada em Dili, Timor, esta semana. No final dos trabalhos, quando se lavrou a ata, alguém embirrou: ata ou acta?


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