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Expresso

Rangel, o visionário, e o fim de Portugal

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O eurodeputado Paulo Rangel feriu alguns cérebros menos preparados quando vaticinou que um dia Portugal deixará de existir. “Vai haver um dia em que não vai haver portugueses”, disse ele numa conferência. É uma frase que condensa, de modo chocante, mas verdadeiro, a evolução dos estados-nação nesta era global

Nas redes sociais e noutros fóruns onde se discute mais depressa do que se pensa, Rangel foi acusado de antipatriota. Digamos que esta frase dita em pleno salazarismo daria prisão. Dita a um republicano daqueles antigos, dava duelo. Mas dita há, ainda, mais tempo do que isso nem se entenderia. Os países, as nações não eram unidades como hoje.

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