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Expresso

Lições portuguesas do escândalo FIFA

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Não vale a pena gastar linhas com o escândalo que abalou a FIFA. Vem comprovar todas as suspeitas que qualquer pessoa informada e bem formada tinha: aquilo era corrupção por todos os lados. Vem, ainda, lembrar que o ‘longo braço da lei’ é, de facto, um conceito americano. Foi dali, de um país que só há poucos anos começou a interessar-se a sério por futebol (ou soccer, como eles chamam para distinguir do seu próprio ‘futebol americano’), que o martelo da justiça se abateu sobre uma organização que – todos o dizem – tem mais de mafiosa que a própria Máfia

Mas sabendo que é assim e presumindo que na Europa as coisas são menos graves, havemos de ter a noção que nada se passa na FIFA que não possa, em menor escala, passar-se na UEFA; e nada se passará na UEFA que, mesmo em escala nano, possa passar-se na Federação Portuguesa de Futebol (FPF). Mais: mesmo que algum destes organismos seja constituído por santos ou por gente incorruptível, penso uma medida fariam sentido, de qualquer modo: acabar com a promiscuidade entre os governos e o futebol.

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