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A fé que António Costa nos pede

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Sinceramente, eu não quero ser uma espécie de Cassandra, a irmã de Heitor que previu a guerra de Troia e ficou como símbolo de alguém que apenas prevê desgraças (apesar de Cassandra ter acertado, o que prova que os preconceitos vencem a realidade). Mas não querendo ser Cassandra, digo-vos que me parece que as mexidas no IRS do líder do PS não me vão agradar, apesar de ele afirmar que são a favor de quem trabalha.

Gostaria de pensar que vivíamos num país onde as promessas são cumpridas com bom senso. Infelizmente nos últimos cinco, seis, talvez 10 governos, já não me lembro se foram mesmo todos, as promessas são rasgadas. Apesar de tudo, o eleitorado está mais exigente e não acredita no primeiro que lhe venha prometer o céu, mas Costa, prometendo colocar mais escalões no IRS diz que só concretiza a medida depois de chegar ao Governo. Dá vontade de lhe responder: então como podemos saber se apoiamos ou não a ideia? O líder do PS pede-nos o voto como um ato de fé?

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(O Expresso Diário é de acesso gratuito até dia 15 de maio)