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Que é feito da vitória do Syriza e dos amanhãs a cantar?

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Antes de conhecer o imprevisível resultado das eleições britânicas de hoje, permitam-me lembrar outros atos eleitorais que despertaram inúmeras expectativas e, entre eles, o da Grécia, que fez uma parte da esquerda jubilar de alegria (mesmo parte do PS não escapou a essa celebração), para recordar o ponto em que estamos hoje.

Comecemos pela França. Hollande era a remissão. Não foi. Suponho que nada mais será necessário dizer. A França continua numa caminho de perda de influência e pujança; direita intolerante ganha posições; o próprio Sarkozy dá-se ao luxo de ganhar eleições. O PSF foi destruído. Sigamos para Itália, onde o jovem Matteo Renzi conquistou aos velhos políticos o Partido Democrata (o que sobra do velho Partido (euro) Comunista, Partido Socialista e Democracia Cristã mais social).


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(O Expresso Diário é de acesso gratuito até dia 15 de maio)