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Expresso

  • Um Marcelo no lugar certo

    Opinião

    Henrique Monteiro

    Dois anos depois da tomada de posse, que podemos dizer do nosso Presidente da República? Do Marcelo, que tal como o Soares ultrapassam, em muito, o cargo, parecendo que este se adapta a eles e não como costuma acontecer? Podemos dizer bem! Claro que também podemos dizer mal - ou não fosse isto uma democracia – mas, no essencial, ocorrem-me 10 pontos fulcrais para lhe fazer o elogio

  • Síria, a vergonha do mundo

    Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Há uma guerra na Síria por entrepostos países; uma guerra bárbara, desumana que não poupa civis, que não poupa crianças; que nos interpela a todos nós. Que podemos fazer? Que devemos fazer, sabendo que, como diz no Talmude, quem salva uma vida salva o mundo inteiro? É isso, não conseguimos salvar sequer uma vida. Nem cada um de nós, nem os nossos países confortavelmente entretidos, nem o Papa, nem a ONU.

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Ouve-se por aí, nomeadamente em meios do PS, que a investigação rapidíssima do Ministério Público ao ministro das Finanças, Mário Centeno, foi uma afronta. No seu habitual estilo de ir mais depressa atrás de palavras do que de raciocínios, a deputada Isabel Moreira afirmou o seguinte: “Achar que o ministro das Finanças se vendeu por dois bilhetes é digno de um Estado persecutório”

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Vamos acreditar em tudo o que nos dizem PS, PSD, PCP e Bloco. Vamos crer cegamente que a lei que aprovaram às escondidas não tem mal nenhum. Vamos fazer coro com os que acham que tudo isto não passa de um ataque demagógico aos partidos e à democracia. E, não obstante, porque justamente em democracia a formalidade é importante, vamos pedir ao Presidente que vete a lei do financiamento partidário

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Há coisas sérias que servem para a risota geral. Parece uma contradição, ou em linguagem erudita um oxímoro, mas é, sinceramente, o efeito que em mim produzem. Neste particular, sinto, aliás, ser acompanhado por uma enorme quantidade de pessoas de todas as latitudes

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Na sua mensagem de Natal o primeiro-ministro centrou o balanço do ano na tragédia dos incêndios e comprometeu-se a tudo fazer para que tal não se repita. Fez bem. Acredito que a destruição provocada pelas tragédias de junho e outubro, e sobretudo as perdas em vidas e bens que delas resultaram, serão o retrato trágico que a História fará de 2017