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Expresso

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Ouve-se por aí, nomeadamente em meios do PS, que a investigação rapidíssima do Ministério Público ao ministro das Finanças, Mário Centeno, foi uma afronta. No seu habitual estilo de ir mais depressa atrás de palavras do que de raciocínios, a deputada Isabel Moreira afirmou o seguinte: “Achar que o ministro das Finanças se vendeu por dois bilhetes é digno de um Estado persecutório”

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Vamos acreditar em tudo o que nos dizem PS, PSD, PCP e Bloco. Vamos crer cegamente que a lei que aprovaram às escondidas não tem mal nenhum. Vamos fazer coro com os que acham que tudo isto não passa de um ataque demagógico aos partidos e à democracia. E, não obstante, porque justamente em democracia a formalidade é importante, vamos pedir ao Presidente que vete a lei do financiamento partidário

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Há coisas sérias que servem para a risota geral. Parece uma contradição, ou em linguagem erudita um oxímoro, mas é, sinceramente, o efeito que em mim produzem. Neste particular, sinto, aliás, ser acompanhado por uma enorme quantidade de pessoas de todas as latitudes

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Na sua mensagem de Natal o primeiro-ministro centrou o balanço do ano na tragédia dos incêndios e comprometeu-se a tudo fazer para que tal não se repita. Fez bem. Acredito que a destruição provocada pelas tragédias de junho e outubro, e sobretudo as perdas em vidas e bens que delas resultaram, serão o retrato trágico que a História fará de 2017

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Pode não haver vencedores sem haver vencidos? Dificilmente. Por isso na Catalunha quase toda a gente foi vencida. Enfim, pode abrir-se uma exceção para o Ciudadanos e Inés Arrimadas, mas ainda assim, o objetivo principal – que além de ganhar as eleições (o que conseguiu) era remeter os independentistas para uma minoria – não foi atingido

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Não se trata de gambas, vestidos, carros, nem sequer de cursos mal tirados ou de pequenas falcatruas. Trata-se de crianças eventualmente raptadas e de uma suposta igreja que há 30 anos anda a ser denunciada como uma espécie de fraude para enganar incautos. Agora, que a Procuradora Geral da República ordenou uma investigação ao modo como os seus serviços e outros que possam ser responsabilizados trataram o caso, teremos, em princípio, condições para saber um pouco mais desta teia