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A CGD é uma empresa pública que opera num mercado privado. Por isso os seus trabalhadores devem ser remunerados de acordo com o que se paga no sector. É difícil rebater este argumento mesmo quando sabemos que um emprego público, ou numa empresa pública, tende a ser para sempre. Igual argumento é usado para defender que a gestão deve ser remunerada de acordo com os salários ditos ‘normais’ de um banqueiro. Até porque, quando se fala de alta gestão, a frase “if you pay peanuts, you get monkeys” não podia ser mais verdadeira.

O que não faz sentido é descobrir que, desde 1977, a Caixa pagava subsídio de almoço aos seus quadros enquanto eles gozam os seus 25 dias de férias. Como se isso fosse uma prática normal na administração pública ou no setor privado. Mas pior do que este esquema montado ainda no rescaldo da revolução de Abril, é saber que o Estado diferencia os seus trabalhadores de acordo com a quantidade e qualidade do que podem comer.

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