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Novo Banco, velhos buracos

A primeira coisa a dizer sobre a venda do Novo Banco (NB) é que ela é ainda ficção. Na sexta-feira ficaram de fora importantes detalhes. E criadas dúvidas de como será feita a operação. Nem data existe para que seja concluído o processo. “Não foi a solução perfeita”, diz Mário Centeno. Para podermos avaliar se é perfeita ou não é preciso haver informação. E ela ainda não existe.

Mas algo é certo, o negócio que foi assinado é muito diferente daquele inicialmente previsto. Aposto (e ganho), que há muitos banqueiros que não se importavam de comprar o banco por zero, capitalizar esse mesmo banco (que 75% já é deles) em 1000 milhões, e deixar os maus negócios a serem geridos e pagos pelo Fundo de Resolução (FdR). Desta nem Ricardo Salgado se teria lembrado.

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