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Impari… quê? Ou como descalçar uma bota de €2,7 mil milhões

Eis a história resumida da vida do último ano de um banco público:
A Caixa tinha um problema. Necessitava de mais capital. Passos Coelho e Maria Luís Albuquerque assobiaram para o lado e empurraram com a barriga. Depois veio um novo Governo e com ele Domingues para liderar o maior banco português. A Caixa passou a ter €5,2 mil milhões de aumento de capital e um plano de reestruturação, negociado com Bruxelas e Frankfurt, que ninguém conhece. Domingues caiu. Mas deixou a Paulo Macedo um presente de 2,7 mil milhões de imparidades. Agora a Caixa tem um problema muito maior. E não é só a Caixa.

Paulo Macedo pode ficar na história como o presidente da CGD que teve os piores resultados de sempre. Sem ter responsabilidade alguma, pode vir a ter de assinar perdas de €3 mil milhões provocadas por um registo extraordinário de imparidades. Tudo porque o plano negociado por António Domingues em Bruxelas previa uma política superconservadora no registo de imparidades.

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