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Hino à esquerda

O fim da austeridade é o maior mito criado este ano. Se as receitas e a economia não cresceram como prometido, a contenção só pode ter vindo de um lado. Não só vamos ter o menor défice (e ainda bem) de que há memória, como o mesmo é atingido com o congelamento das despesas do Estado. Com especial destaque para o investimento público.

Durante 12 meses o Governo andou a pregar uma política que ele próprio não cumpriu. Contra os ideais dos amigos políticos, o executivo apertou o cinto lembrando o tempo em que os funcionários públicos tinham de levar de casa papel, lápis e borracha se quisessem trabalhar. O exagero na não descativação adiou gastos correntes e despesas de investimento em todas as áreas. Basta falar com qualquer serviço público. Ou com as empresas que trabalham com o setor público.

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