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Meu caro contribuinte, já pode baixar o dedo

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A nossa meta no Orçamento, com as medidas que já temos é de 2,2. Nós continuamos tranquilos sobre a forma como o Orçamento tem vindo a ser executado. Não encaramos a necessidade de medidas adicionais para alcançar o objetivo que nos propomos” – António Costa
As contas públicas não são exatamente “rocket science”. As regras são muitas mas, no fim do dia, estamos perante uma equação simples. Receitas de um lado, despesas do outro. A diferença é o défice.

E para conseguir diminuir este pequeno demónio que nos persegue sem tréguas há muitos anos o plano também é simples. Ou se aumentam as receitas ou se diminuem as despesas. Este Governo acredita que aumentando algumas despesas é possível aumentar também a receita. Para que esta equação resulte é necessário contudo que exista um efeito multiplicador da despesa. Ou seja, que cada euro gasto a mais na despesa provoque um impacto de mais de um euro na receita.

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